Avançar para o conteúdo principal

 



Trago este livro, pois foi a última leitura, feita já a algum tempo! Após a sua leitura, e reflexão, levou-me a uma conclusão; a minha conclusão! Não pretendo de forma alguma defender qualquer ideologia política, ou partidária! Se neste reinado, existia a corrupção, os gastos públicos que eram exorbitantes, o país estava à beira da banca rota, temos no seu contexto um regicídio que poderia ter sido evitado. Tinha-mos um rei, mal preparado para a governação, pois nem seu pai, ou avô, o ajudou a compreender o acto da governação e da sua importância! Fez o melhor que soube e rodeou-se de pessoas que tentaram ajudar, outros a afundar mais a sua governação. A sua morte, e a de seu filho, Luís Filipe, conduziu-nos a uma republica inconstante e que não trousse nada de novo a este país... Acabou por nos trazer a ditadura de António Salazar, que durante 40 anos, nos subjugou e nos tornou um povo submisso, mesmo quando clandestinamente, havia quem tudo fizesse para que houvesse a mudança, para a suposta liberdade, que hoje vivemos! Estamos a poucos dias do 25 de Abril, que em 1974, nos deu a liberdade de ver as cores do mundo, em vez do cinza que antes predominava! Contudo, continuamos a ser um país de corruptos, ladrões que esvaziam os bolsos dos que pouco têm; e os que já muito têm, ainda ficam cada vez mais ricos! Uma justiça morosa, e que deixa prescrever casos, imperdoáveis ... O 25 de Abril de 1974, foi feito por Homens de H grande! Houve muitas intempéries, casos inolvidáveis, mas no fundo, ainda não vejo a verdadeira democracia, seja em Portugal, ou pelo Mundo!


Cecília Pedro

Comentários


Mas que dia (ou noite?) tão cinzento Cecília!

Abril foi apenas um ponto de partida. Ou de passagem. A Democracia só faz sentido entendida como um processo, em construção. Permanente. Onde está sempre tudo por fazer. Não se trata de um sofá para descansar ou colchão para dormir.

Que fique no sofá o abril do salário mínimo nacional (SMN). Ou o abril acantonado nas eleições de quatro em quatro anos. Abril mínimo, abril parado, abril precário, abril dos fala-barato de assembleias. Esse abril é tempo de ficar para trás.

Que é como quem diz: tirem Abril deste filme!

nelson anjos

Mensagens populares deste blogue

  Os professores portugueses não sabem ensinar Ricardo Araújo Pereira Expresso – 20 janeiro 2023     Enquanto professora não tenho outro remédio senão concordar com as sábias palavras do Ricardo Araújo Pereira. Assim, o que aqui se propõe é o documento MUSAI – Medidas Universais de Suporte à Aprendizagem e Inclusão, para o aluno João Costa. Peca por tardio, mas, uma vez que nos dias que correm, é praticamente impossível reter alunos (vulgo «chumbar»), consideremos que este aluno se encontra ao nível de um primeiro ciclo do ensino básico. Segue-se o documento:   Rita Anjos           Ano Letivo 2022 / 2023 Monitorização e Avaliação da eficácia das MEDIDAS UNIVERSAIS DE SUPORTE À APRENDIZAGEM E INCLUSÃO - MUSAI (Artigo 20.º do Decreto-lei n.º 54/2018, de 6 de julho)   Nome ...
 Hoje, como outros dias e momentos, surgem na mente todos os idosos espalhados pelos lares de Portugal e não só. Fazer comparações? Só quem tenha trabalhado fora do país nos mesmos e tendo regressado a casa, ou seja Portugal, tenha continuado a exercer as mesmas funções. Assim poderá opinar sobre a complexidade desta matéria: os idosos! Já não basta serem empurrados para o confinamento entre quatro paredes, chega o confinamento de uma pandemia chamada covid-19, que os condiciona a uma existência sem 'vida', sem alternativa para outras saídas. As famílias, em geral, já não têm tempo para deles cuidar; cansados por um dia de trabalho, a correria para ir buscar os filhos à escola ou a outras actividades, seguido de outros afazeres domésticos, já não tem paciência ou disposição para cuidar dos seus idosos. No entanto, ainda há quem tenha essa responsabilidade, e custe o que custar, cuidam dos mesmos. Estaremos a ser egoístas?  Estamos a afastar do nosso convívio pessoas com sabedo...
  Prosperidade Sem Crescimento   “(…) A sociedade defronta-se com um dilema profundo. Resistir ao crescimento é arriscar o colapso económico e social. Persegui-lo incessantemente é pôr em perigo os ecossistemas de que depende a nossa sobrevivência a longo prazo. (…)”        Começa assim o capítulo XII do livro de Tim Jackson, Prosperidade Sem Crescimento – Economia Para um Planeta Finito .        Um New Deal Verde – uma réplica do programa gizado para fazer face à Grande Depressão dos anos 30, do século passado, baseado nos princípios defendidos por Keynes, agora pintados de verde – foi o coelho que ocorreu aos economistas tirar da cartola para fazer face à crise de 2008. Mas desde logo a contradição foi evidente: o crescimento verde … não é verde. Porque continua a ser um modelo de economia assente no crescimento ilimitado, para vigorar num espaço limitado: o planeta Terra.      ...